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Em breve: Amazônia e Modernismo: a revolução que vem da floresta


Paulo Vieira
Livre

SOBRE O CURSO

Gravado nas margens do Rio Xingu, o curso desmistifica a ideia de que o Modernismo brasileiro nasceu centralizado na Semana de 1922 e revela o protagonismo da Amazônia como berço essencial dessa revolução literária, com mitos, lendas e autores da floresta. Conheça autores que produziram literatura modernista no Pará, e como escritores como Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Raul Bopp se inspiraram nas histórias do Norte em suas obras.

Vamos explorar o contexto histórico da Amazônia desde a colônia até o Modernismo local, a poesia revolucionária de Bruno de Menezes e sua trupe da Academia do Peixe Frito, conexões com Macunaíma, Cobra Norato e o canibalismo de Oswald de Andrade, a prosa de Eneida de Moraes, e frutos inspiradores como Dalcídio Jurandyr e Max Martins.

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Como o curso online está dividido:

• Apresentação

• Aula 1: A árvore do Modernismo brasileiro tem suas raízes na Amazônia

• Aula 2: Belém do Grão-Pará: Bruno de Menezes e o livro Batuque

• Aula 3: Oswald Canibal, Macunaíma e a Cobra Grande

• Aula 4: Eneida, apenas Eneida

• Aula 5: De Dalcídio Jurandyr a Max Martins: Frutos do Modernismo na floresta

CONHEÇA SEU INSTRUTOR

Paulo Vieira é poeta, engenheiro florestal, doutor em Literatura Brasileira (USP) e professor para povos da floresta na Licenciatura em Educação do Campo, UFPA Campus Altamira, onde leciona desde 2016. Autor de 15 livros entre poesia, contos, literatura infantojuvenil, romance e crítica literária, recebeu diversos prêmios literários e teve obras traduzidas para castelhano e francês. Criou e desenvolve uma prática pedagógica inovadora que entrelaça palavras, pessoas, bichos, rios e árvores, usando a literatura como instrumento de defesa da Amazônia.

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